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VENCEDORES DO CONCURSO LITERÁRIO 2009/2010
Publicado em   01 dez 2010

Como é hábito, os textos publicados nas revistas do Colégio do ano lectivo anterior constituíram o corpus para o Concurso Literário.





Como é hábito, os textos publicados nas revistas do Colégio do ano lectivo anterior constituíram o corpus para o Concurso Literário.
Desde já agradecemos a todos a excelente participação, porquanto os textos têm atingido uma qualidade notável.
Os vencedores da edição de 2009/2010 foram os seguintes:

   1.º lugar: Beatriz Cardoso, 9.º A – «Enfatuadas Artes»
   2.º lugar: Maria João Costa, 8.º A – «Carta para Vasco da Gama»
   3.º lugar: Carolina Laranjo, 6.º A – «Imagina a Neve a Cair»
   Menção Honrosa: Pedro Paixão, 9.º B – «D. Pedro»




Aqui vão os textos dos vencedores:


Enfatuadas Artes

A confusão começou com uma máscara – teatro – e um violino – a música.
A máscara simboliza a representação; esconde os nossos rostos, dando vida a múltiplas personagens… é uma metáfora para a efígie de personalidades importantes ou imaginárias por profissionais os actores.
O violino, rei dos instrumentos, a obra-prima de Estradivário… suas notas singulares fazem lembrar o choro dos amantes, a paixão dos vencedores, o entusiasmo nas expectativas, a ambição dos sonhos.
Discutia-se a importância de cada um na vida de mestre Ilídio Finezas, naquilo que representam para ele e para a sua personalidade.
– Ambos fomos marcantes na sua vida, mas é claro como água que o teatro foi o seu bem mais precioso, a sua arte predilecta, a sua fonte de íntimos aplausos… – argumentou a máscara.
– Então e eu? Eu era a ponte do seu coração para o exterior. Por mim passaram sentimentos de fúria, em espera de amenar, de solidão, com fome por companhia, de tristeza, à procura de consolo, de alegria, que ele queria partilhar… Eu era a sua porta aberta para as pessoas. — ripostou o violino.
– Ele era, de facto, um artista completíssimo: o seu espectáculo era uma manifestação da fantasia, os rebeldes sentimentos que se voltavam uns contra os outros, contra a audiência, contra ele próprio!
– relembrou a máscara.
– Tenho saudades da forma como ele me tocava: aquele vigor nas suas mãos agora trémulas, o queixo firme, agora cansado, apoiado a mim… o fogo nos seus olhos que brilhavam de orgulho, de prazer, naquele exibicionismo nas ruas.
– É verdade… Ele desistiu dos palcos, já não serve para a ribalta, já não decora os textos, já não se movimenta da mesma maneira, treme por todo o lado…
E o seu cabelo? Tão grisalho…
– Ao menos, sabemos que o ajudámos e o fizemos feliz em tempos. Se não fôssemos nós, ele não seria assim! — exclama a máscara.
– Que saudades do velho mestre Ilídio Finezas…

Beatriz Cardoso, 9.º A



Carta para Vasco da Gama

Em certas alturas lembro-me de ti. Lembro-me de ti de forma diferente. Recordo a tua cara enrugada, o teu ar sisudo e imponente, mas, no fundo, recordo-te como um bom amigo. Um amigo corajoso e obediente, que nunca deixou de lutar pelos seus sonhos. E contigo aprendi também a não desistir dos meus sonhos, tal como tu fazias. “Obedeci ao meu Rei, que é meu dever obedecer-lhe, embora soubesse a que sofrimentos me arriscava. Mas fama e glória só assim se alcançam. E, por minha Pátria e meu soberano, mais perigos e tormentos sofreria…”. “Nenhum de nós então se despediu, ninguém sequer falou, para que não se adivinhasse a nossa comoção e a nossa mágoa”. Lembro-me ainda hoje do dia em que disseste estas palavras, e nesse mesmo dia partiste na mais perigosa e temida das aventuras: chegar à Índia por mar. Tive medo de te perder, confesso. Ambos tentámos parecer fortes, embora se conseguisse ver a nossa angústia. Julguei nunca mais voltar a ver-te e, como tu próprio disseste, não nos despedimos para evitar as lágrimas. Lágrimas essas que derramei sozinha no meio de tantas páginas de sofrimento, olhando para a tua cara exausta, orgulhosa de te ter como amigo.
Passado muito tempo, conseguiste chegar finalmente à Índia. Eu, que acompanhava diariamente a tua difícil viagem, ainda não acreditava que tal feito tivesses concretizado. E eu só tinha uma coisa a dizer-te: Obrigado. Obrigado por não me deixares desistir dos meus sonhos.
Fazes-me falta!

Maria João, 8.º A
(a propósito da leitura de Os Lusíadas, de Luís de Camões, adaptação de João de Barros)



Imagina a neve a cair
No silêncio profundo e com o
Vento a soprar,
Embalado pela dança dos flocos,
Rindo e tremendo
Na véspera de Natal.
O Menino está a chegar!

Carolina Laranjo, 6.º A



D. Pedro
Contigo, Inês, vivo e sonho,
Acredito e realizo.
Por ti me apaixono!
Contigo me concretizo.

Pedro Paixão, 9.º B






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